Noticias

Atenção às reservas! Conselhos para fugir a burlas em alojamentos turísticos

Ler Mais

 

Tempo que cura. Silêncio que vende. Ciência que legitima.

Não é ostentação. É orientação. O luxo mudou – e Portugal pode liderar a próxima década se alinhar Turismo, Saúde e Ciência com precisão cirúrgica.

O luxo já não brilha, respira, deixa de ser exibido para ser sentido. Troca o metal pelo mineral, a pressa pela presença, o excesso pela precisão. No Turismo, mede-se em qualidade do sono, em protocolos de longevidade, em silêncio concebido e em natureza que repara. Em Portugal, onde o tempo tem outro tempo, este movimento encontra terreno fértil – mas exige uma reprogramação profunda nas marcas, nos destinos e, sobretudo, na nossa ideia coletiva de “valer a pena”.

O luxo deixa de ser inventário e torna-se experiência com propósito. Não é “o melhor de tudo”; é “o melhor para mim, agora”. Os itinerários aspiracionais cedem lugar a jornadas de regulação emocional, performance cognitiva e recuperação física. O premium real está no que não se vê: ciência por detrás dos protocolos, governação de dados sensíveis e ética no acompanhamento.

O ativo mais caro, o tempo, sem fricção, com significado. Uma infraestrutura competitiva, um design acústico, bio mimética sonora, zonas no-notification. A curadoria que substitui o catálogo, nutrição metabólica, movimento inteligente, sono arquitetado. O spa transforma-se em clínica de bem-estar e cada vez são mais os protocolos de longevidade, avaliações basais, micro-recuperação, estratégias de anti-inflamação de baixo ruído, a arquitetura biofílica, respeito pelos ritmos circadianos, gastronomia de índice glicémico inteligente, microbiodiversidade na experiência, etc.

Será que estamos saturados do luxo ostentativo e da fadiga digital? Quando se fala tanto de saúde mental, procura-se uma performance sustentável.

Temos clima, matriz mediterrânea, diversidade paisagística a curta distância, hospitalidade competente, gastronomia com fundamento e uma rede emergente de clínicas e centros de investigação. O que falta?

Uma convergência real: Turismo + Saúde + Investigação + Dados. Sair dos silos e desenhar cadeias de valor integradas, standards e certificação, programas validados por universidades e centros de I&D nacionais; auditorias regulares; linguagem de resultados, não de promessas. A redução de cortisol, melhoria de variabilidade da frequência cardíaca, ganhos medidos no sono, marcadores de inflamação com evolução positiva.

Aceitam-se performers sob pressão, consumidores conscientes, nómadas seniores, líderes exigentes. Procura-se uma longevidade funcional, serenidade e resultados mensuráveis, rejeita-se mentes cansadas do wellness-washing, receosas da medicalização do prazer, alérgicas ao moralismo. A resposta é humildade, transparência e liberdade de escolha. Portugal pode ser isto tudo, um laboratório vivo de bem-estar mediterrânico científico, com resultados publicados.

Ler Mais

Portugal está pronto para dar o salto. Em 2026, o Turismo tem de falar a linguagem das emoções e dos números – e as associações de turismo, com as agências de viagens, são quem transforma potencial em procura. O País tem tudo o que o mercado quer: autenticidade, sustentabilidade, cultura viva e hospitalidade moderna.

Falamos de destinos que contam histórias dentro de histórias: Lisboa e Porto com energia criativa; o Douro que junta paisagem e vinho de excelência; o Alentejo que respira tempo e património; a Beira Alta com um dos melhores queijos do mundo; os Açores que são natureza em estado puro; e o Algarve que domina sol, mar e gastronomia. E há um farol que já brilha: Évora será Capital Europeia da Cultura em 2027 – a oportunidade perfeita para, já em 2026, criar rotas, pré-programas e experiências que preparem o grande momento, encham calendários e aumentem estadias.

Imagine começar em Évora, com património UNESCO, programação curada e residências artísticas; seguir por vinhos e sabores do Alentejo, ateliers e savoir-faire artesanal, e ligar a Lisboa e Porto em circuitos de música, cinema e arte digital. Produtos cultura + natureza + gastronomia que vendem pela qualidade e fidelizam pela identidade.

 

É aqui que as associações de turismo e as agências de viagens fazem a diferença: normalizam standards, organizam dados, puxam pela transição digital e pela narrativa certa; fecham distribuição, otimizam conectividade e transformam programação em pacotes premium, experiências VIP e itinerários múltiplos que reduzem a sazonalidade e aumentam o gasto médio.

Com a facilitação da mobilidade cultural – através de vistos que abrem, apesar da burocracia a que o nosso País nos habituou, portas a artistas, equipas técnicas, públicos internacionais e, doravante, assim se espera que também ao sector privado venha a beneficiar – Portugal amplia audiências e capta coproduções, intensificando o fluxo europeu que dá escala à nossa cultura, a grandes palcos do desporto. Integrar o sector privado acelera investimento, profissionaliza as cadeias de valor e reforça parcerias público-privadas. Vender Portugal é vender valor: mais dias, melhor despesa, impacto real nos territórios.

Em 2026, com Évora a preparar 2027, temos a história perfeita para contar – e para fechar negócios: um País que acolhe, inspira e entrega qualidade. Se as associações, quer de turismo, quer da cultura, liderarem a estratégia e as agências executarem com precisão, 2026 será o ano em que o Turismo português saí do “quase” para o “conseguido”: programação vira procura, talento vira produto, identidade vira reputação. Portugal passa de destino desejado a experiência obrigatória – sustentável, inclusiva, memorável – e recomendável.

Ler Mais

Portugal consolidou-se, na última década, como um dos destinos turísticos mais reconhecidos no mundo — um verdadeiro “produto-âncora” da marca do país. Em 2025, manteve-se a dinâmica de recuperação e expansão do setor, impulsionada pela procura internacional, diversificação de mercados e reforço da conectividade aérea. Contudo, 2026 apresenta um conjunto de desafios que exigem respostas mais consolidadas: conciliar crescimento económico com sustentabilidade social (nomeadamente a crise na habitação), superar constrangimentos na restauração e nos
serviços e, reforçar a competitividade num contexto global mais volátil.

Ler Mais

Portugal aprendeu a falar a língua do mundo: recebe, acolhe, encanta. O turismo tornou-se uma das nossas maiores fontes de valor económico, mas também um teste à nossa capacidade de preservar cidades, recursos e comunidade. Este é o mapa simples para crescer sem perder a alma.

O turismo representa, há mais de uma década, uma das atividades com maior contribuição para a criação de riqueza em Portugal, com efeitos diretos (receitas de alojamento, restauração, transportes, animação turística) e indiretos e induzidos (fornecedores, investimento, consumo dos trabalhadores do setor). Em termos da economia no seu conjunto, o turismo assume-se como um dos motores das exportações de serviços, contribuindo para o saldo externo e para a resiliência macroeconómica.

Por Gilberto Correia Gomes

  • Enquadramento

O Executivo aprovou no passado dia 25 de setembro de 2025 um conjunto de medidas na área da habitação para responder à crise habitacional que tem pairado sobre Portugal (e na generalidade dos países da União Europeia), integrando iniciativas alinhadas com o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O objetivo destas medidas prende-se com o aumento da oferta de habitação a preços acessíveis, combatendo o crescimento exponencial que se tem registado nas rendas no decorrer dos últimos meses, assim como facilitar a aquisição de casa própria.

Clélia Brás, sócia e coordenadora de Imobiliário na PRA, diz que “vive, respira e estuda” o sector, o que lhe permite concluir que o mercado está mais robusto e os consultores e mediadores têm mais expertise do que em 2008. Depois de um fim de semana marcado por manifestações sobre a habitação, a advogada explica como são calculados os limites para as mexidas nas rendas.

A Cultura cria destinos e Portugal tem sido sinónimo disso mesmo, os festivais de verão, ciclos de música, o património histórico, festivais de jazz, teatro e dança em itinerância — eventos que prolongam estadias e dinamizam economias. As exposições, centros de interpretação geram novos ícones e motivos de visita repetida, as romarias, o Turismo Religioso a música tradicional, oficinas de artesanato e residências artísticas aproximam visitantes da comunidade e reforçam a narrativa do nosso Portugal.

Portugal tem-se afirmado, nas últimas décadas, como um dos destinos turísticos mais atrativos da Europa, beneficiando de políticas públicas que visam não só captar turistas, mas também atrair investimento estrangeiro, nomeadamente através de regimes especiais de imigração e fiscalidade. Importa, por isso, uma abordagem multidisciplinar, que articule o direito da nacionalidade, o regime dos estrangeiros, a evolução dos Vistos Gold e o estatuto dos Residentes Não Habituais (RNH), bem como o impacto destas (alterações) políticas no desenvolvimento económico, no turismo e no investimento hoteleiro.

Lisboa afirma-se como um destino turístico seguro, competitivo e de referência na Europa, graças à combinação de fatores como segurança, hospitalidade, infraestruturas modernas e reconhecimento internacional. Contudo, enfrenta desafios relacionados com a sustentabilidade e a pressão sobre as infraestruturas urbanas, exigindo uma gestão estratégica e investimento contínuo para manter e reforçar a sua posição de destaque no panorama turístico europeu.

We, SIM GROUP, welcomed Dr Clélia Brás, for an information session on ‘Urban Rehabilitation and Taxation’. During the session, the main tax incentives associated with urban regeneration were discussed, as well as strategies for making the most of the opportunities in this sector.

Dr Clélia Brás, renowned for her vast experience and knowledge in the area, clarified doubts and shared practical examples that are very useful for owners, investors and those interested in rehabilitation projects.

No âmbito da legislação em vigor, se, num ato de denúncia, a Câmara Municipal em ação de fiscalização verificar que está a ser dado um uso distinto da afetação do imóvel, entenda-se de Comércio para a Habitação, é levantada a respetiva contraordenação tanto contra o proprietário, como contra o arrendatário, nos termos da alínea d), nº 1 art. 98 do RJUE.

O Dinheiro Vivo publica nesta terça-feira, na rubrica “Pergunte ao Advogado”, a última abordagem diária às questões principais do programa do Governo para a Habitação

 

A 16 de fevereiro, no âmbito do pacote “Mais Habitação”, foram apresentadas 12 medidas pelo Governo que visavam combater a crise habitacional, estimular o mercado de arrendamento, assim como a agilizar e incentivar a construção de casas novas, mas o que realmente muda?

O Dinheiro Vivo publica na rubrica “Pergunte ao Advogado”, até à próxima terça-feira, uma abordagem diária às questões principais do programa do Governo para a Habitação

 

A 16 de fevereiro, no âmbito do pacote “Mais Habitação”, foram apresentadas 12 medidas pelo Governo que visavam combater a crise habitacional, estimular o mercado de arrendamento, assim como a agilizar e incentivar a construção de casas novas, mas o que realmente muda?

 

Arrendamento coercivo como vai funcionar?

O Dinheiro Vivo está a publicar na rubrica “Pergunte ao Advogado”, até à próxima terça-feira, uma abordagem diária às questões principais do programa do Governo para a Habitação

 

O Governo afirmou, convictamente, que a eliminação dos Golden Visas será total, e que esta medida irá combater a especulação imobiliária que se vive no país, mas, será? O mesmo Governo que ainda há um ano atrás instituiu uma nova alteração legislativa de acesso aos Vistos Gold, que agora considera não ter sido suficiente para garantir a continuidade do mecanismo, está preocupado e, bem, com a especulação, mas não, com a instabilidade legislativa, que desincentiva os investidores.

O Dinheiro Vivo publica na rubrica “Pergunte ao Advogado”, de hoje até à próxima terça-feira, uma abordagem diária às questões principais do programa do Governo para a Habitação

 

O governo submeteu a escrutínio público novas medidas para o Alojamento Local, tendo como objetivo incentivar a transferência dos imóveis alocados a Alojamento Local em habitação.

Quais são as consequências da decisão do Supremo Tribunal de Justiça que decretou o fim do Alojamento Local em prédios de habitação para os seus proprietários?

 

Temos que ter em atenção que se trata de um Acórdão Uniformizador de Jurisprudência, imperando ainda a legislação em vigor, ou seja, o Regime Jurídico Alojamento Local e os respetivos trâmites administrativos.

Os benefícios fiscais para os jovens até aos 35 anos no acesso à compra da primeira habitação são vistos como um sinal positivo para o mercado imobiliário, mas podem criar um risco de endividamento no caso de não ser feita uma adequada gestão financeira e do crédito a atribuir. O alerta é deixado por Clélia Brás, sócia de imobiliário da sociedade de advogados PRA – Raposo, Sá Miranda & Associados. Ao Jornal Económico (JE), indica que “há um potencial aumento do endividamento entre os jovens”, pelo facto de poderem ficar inebriados por estas “potenciais facilidades”.

Clélia Brás, sócia e coordenadora de Imobiliário na PRA, diz que “vive, respira e estuda” o sector, o que lhe permite concluir que o mercado está mais robusto e os consultores e mediadores têm mais expertise do que em 2008. Depois de um fim de semana marcado por manifestações sobre a habitação, a advogada explica como são calculados os limites para as mexidas nas rendas.

Clélia Brás Advogados
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.